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Archive for the ‘Cabelos’ Category

Ele é o melhor amigo de quem não sai de casa sem ter feito escova no cabelo. Tatiana Steiner, dermatologista da Clínica Stockli, Wanderley Nunes, cabeleireiro do Studio W, e Silvana Fernandes, técnica da Taiff, todos de São Paulo, ensinam como tirar o máximo proveito dessa ferramenta (e continuar com os fios fortes e brilhantes)

1. É verdade que o uso freqüente causa queda de cabelo?

Não. Mas o calor e a fricção da escova danificam as escamas dos fios. Daí, o cabelo fica com pequenas fissuras, o que aumenta a probabilidade de quebra no comprimento (não de queda).

2. Para que serve a variação de temperatura?

O modo quente tem o melhor efeito para alisar. Só que essa temperatura é agressiva – Tatiana Steiner alerta que pode até queimar o fio caso o aparelho seja usado muito perto dele. Por isso, primeiro tire toda a umidade com a temperatura média. Assim, você reduz o tempo de uso na quente. Quem tem o cabelo que alisa facilmente deve optar pela temperatura morna. O jato frio fixa o penteado e dá brilho.

3. Comprei um secador com íons. Ele cumpre o prometido? 

Sim. Os íons negativos acabam com a eletrostática do cabelo – o famoso arrepiado. “Também ajudam a selar as cutículas da fibra capilar, proporcionando mais brilho”, diz a dermatologista.

4. E a potência? Como ela ajuda?

No salão, utilizamos uma potência alta – em torno de 2400 W – para agilizar o trabalho. Mas, para fazer a escova sozinha, isso pode ser perigoso, pois há o risco de queimar o couro cabeludo”, conta Wanderley Nunes. Os secadores domésticos giram em torno de 1800 W a 2000 W, mais do que suficiente para você modelar de forma perfeita os fios em casa.

5. Ouvi falar de infrared e turmalina. O que são?

São duas tecnologias que estão começando a ser incorporadas nos secadores. A promessa do infrared é puxar a umidade por meio de raios infravermelho que são emitidos quando a placa de cerâmica que fica no seu interior é aquecida. No segundo caso, incorpora-se pó de turmalina, um mineral, nas grades frontal e traseira do aparelho para potencializar a função de íons negativos – tirar a estática e o frizz dos fios. “Resumindo, o infrared preserva a hidratação e a turmalina promete efeito superliso”, fala Tatiana Steiner.

6. Faz diferença usar ou não o bico do secador?

Muita. Com o bico, você consegue direcionar melhor o jato de ar no sentido da escova. Isso diminui o volume do cabelo e ajuda a alisá-lo. Sem o bocal, o vento fica disperso e embaralha as mechas.

7. Como limpo meu secador?

Por ser um aparelho elétrico, ele necessita, sim, de manutenção para preservar a eficiência e prolongar a durabilidade. Silvana Fernandes, técnica da Taiff, sugere retirar a grade traseira e limpá-la com uma escovinha ou lavá-la para retirar o excesso de pó. “Também procure guardar o seu secador com a parte de trás virada para baixo. Assim, evita-se que resíduos de sujeira entrem no aparelho e fiquem em contato com a hélice do motor”, explica Silvana. Para a sua garantia, também não deixe de ler as orientações do fabricante do seu secador. – Boa Forma –

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A pesquisa aponta que cada vez mais pessoas jovens estão sendo atingidas por questões relacionadas à aparência.

As mulheres vivem sob pressão para atingir um ideal de beleza e os homens cada vez mais se preocupam com a aparência. Essas informações são velhas conhecidas. A questão agora é que a pressão tem papel de destaque na vida de jovens de 11 a 16 anos, de ambos os sexos. Uma pesquisa realizada com 810 jovens por uma instituição sem fins lucrativos na Inglaterra, a Central YMCA, e publicada pelo jornal Daily Mail, descobriu que metade das meninas e um terço dos garotos estão dispostos a tomar medidas extremas para ficar com a aparência desejada ou atingir o peso ideal.

Isso inclui ingerir substâncias para ganho de massa muscular, o que fazem 10% dos meninos, e consumir remédios com efeito laxativo ou pílulas para emagrecer, atitude mantida por 16% das entrevistadas. Um quarto de todos os pesquisados gostaria de ser submetidos a cirurgias plásticas para ganhar aparência parecida com personalidades da televisão.

A pesquisa aponta que cada vez mais pessoas jovens estão sendo atingidas por questões relacionadas à aparência, e completa informações como a do levantamento que revelou que casos de anorexia foram detectados em meninas de apenas cinco anos. – Portal Terra –

Cabelos claros e com ondulações são os que valem mais

Vender os próprios cabelos não é um negócio milionário, mas pode render um dinheiro útil. Os especialistas do ramo entrevistados pelo Terra já chegaram a pagar mais de R$ 1 mil por cabelo natural. “Os cacheados são os mais difíceis de achar, se forem pretos, 50 cm com 200g valem cerca de R$ 800. Cacheado louro eu nunca encontrei, mas seria mais de R$ 1 mil, com certeza”, disse a proprietária da Cia. das Tranças, Chris Oliveira.

 Com a moda dos alongamentos, a procura por cabelos impulsiona ainda mais o mercado. “Há dois meses contei 15 atrizes globais usando aplique nas novelas, virou símbolo de status”, disse Chris. Segundo ela, em média, 30% das mulheres no Brasil já procuraram ou têm aplique. Francisco Braz, do Rei dos Cabelos, se considera um “corretor” no ramo e reconhece o aumento da procura por cabelos como consequência da liberdade feminina. “Antes havia preconceito, hoje todo mundo usa”, disse.

 Francisco está há 15 anos nesta atividade e, atualmente, compra 150 cabelos por mês. “Vendo praticamente tudo”. Ele trabalha com todos os tipos de cabelo, mas confessa que os fios mais finos são de mais interesse. Cabelos mais claros valem mais, segundo ele. “Louro natural é difícil eu deixar o cliente ir embora. Paguei R$ 1,2 mil em 70 cm de louro natural outro dia”, contou.

 No Sul, de acordo com o gerente da Casa do Cabelo, a procura por cabelos é maior do que a oferta. “Compramos cerca de 170 cabelos por mês e vendemos mais de 50 kg”, detalhou. Na região, os fios ondulados são os que valem mais e os funcionários chegam a ir até outras cidades em busca dos cabelos.

 Uma cabeça tem, em média, 150g de cabelos, pois os fios quebrados e novos são excluídos. No entanto, para fazer o aplique são exigidos de cerca de 250g no mínimo, ou seja, o profissional precisa achar outro cabelo parecido para completar a quantidade. Por isso, quando a pessoa tem bastante cabelo, pode conseguir ainda mais dinheiro com a venda. A estimativa de crescimento dos fios é de 1 cm por mês, então, mesmo que o corte seja curto, o comprimento voltará ao normal após determinado período.

 Requisitos para a venda

 Não é qualquer cabelo que interessa às lojas. “Precisa ter mais de 40 ou 50 cm, tem que ser natural, sem qualquer química, sem tintura ou escova progressiva. Textura e ondulação também contam”, disse Cléber. Ainda é importante não ter muitas pontas duplas ou fios quebrados, alertou Francisco.

A maioria das lojas só aceita cabelos quando “estão na cabeça”, segundo Francisco. No próprio estabelecimento, o cliente pode escolher o comprimento do corte e negociar o preço pelos fios.

Valores

 De acordo com Cléber, não existe uma tabela definida, mas com 50 cm de cabelo louro é possível pedir cerca de R$ 600 na venda a uma loja. O mesmo comp

rimento de fios pretos e lisos vale, em média, R$ 400. Quem tem cabelo crespo, se cortar 50 cm dele enrolado lucrará por volta de R$ 200.

Para Francisco, porém, o cliente pode negociar a oferta e pedir mais, se valer a pena, o comprador cobre o preço. “Cabelos enrolados, 200 g e 50 cm, podem valer R$ 800 se a pessoa for aos lugares bons”, afirmou Chris. Segundo ela, as lojas que trabalham com encomenda costumam pagar mais pelos cabelos, pois já têm um cliente final. – Portal Terra –


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